20 de nov de 2011

Dá pra acreditar?

Nas montanhas de Serra Nevada, nos Estados Unidos, há lugares onde as pedras se movem.Ninguém sabe como nem porque isso acontece, mas o fato é que as pedras chegam a se deslocar por mais de 200 metros e são uma atração à parte mas playas, leitos de lagos secos do Parque Nacional do Vale da Morte, naquela região.


No entanto, as camadas de gelo nas playas são extremamente finas, e, embora possam ser capaz de mover pequenas pedras, existem dúvidas de que possam deslocar rochas de até 270 quilos, conforme observou o próprio Stanley.Vários cientistas já estudaram o fenômeno. Um deles,o geólogo Gegorge M. Stanley, sugeriu, em 1955, que a força do vento provoca a elevação das camadas de gelo que se forma embaixo e em torno das rochas, imúlsionando-as.
Outro estudo científico com o objetivo de explicar o fenêomeno foi realizado por Robert P. Sharp, do Departamento de Geologia do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Sharp selecionou 25 pedras de vários formatos e pesos, batizou-as com nomes femininos – que mandou gravar na sua superfície – e marcou a posição delas com uma estaca de metal.
Depois de cinco anos de observação, Sharp chegou às seguintes conclusões:

1. 28 das 30 rochas se moveram, deixando trilhas de até 260 metros;
2. Os movimentos acompanhavam a direção dos ventos:
3. Havia sinais de que as rochas deviam ter se movido quando a superfície estava molhada, ou seja, em períodos correspondentes a invernos muito úmidos.
Um desafio à razão
Sharp concluiu também que, apesar de o clima das playas ser seco, o fato de elas estarem rodeadas por montanhas cria uma área de represamento.
Desse modo, a água se infiltra na superfície de argila, tornano o solo liso. E, segundo Sharp, as montanhas ao redor canalizam os ventos para dentro das playas em velocidade suficiente para iniciar o movimento das rochas.
O estudo desses dois cientistas, porém, não explicam a ocorrência de todos os casos de deslocamentos de pedras. E o fenômeno não é exclusivo do Parque Nacional do Vale da Morte.
Em pelo menos outros dez locais na Califórnia e em Nevada, assim como em lagos canadenses, foram observado fatos semelhantes. Portanto, até que a ciência desvende totalmente o enigma, ele continua a desafiar a razão.
Fonte: reporternet

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